O Titanic digital
Falta de interoperabilidade (HL7 FHIR) como Torre de Babel; vendor lock-in como "Hotel California".
O capítulo compara a fragmentação de sistemas de saúde a uma Torre de Babel digital: laboratório, imagem, prontuário e faturamento falando línguas diferentes, incapazes de trocar informação mesmo dentro da mesma instituição. Padrões como o HL7 FHIR aparecem como a tentativa de construir uma linguagem comum, enquanto o "vendor lock-in" de sistemas proprietários é descrito como um "Hotel California" tecnológico — fácil de entrar, quase impossível de sair. Sem essa interoperabilidade básica, argumentam os autores, até a melhor IA do mundo continua trabalhando com uma versão incompleta do paciente.